domingo, 6 de janeiro de 2013

DESTAQUES DOS FESTIVAIS DE POESIA 2012

Entre os Poetas com maior número de vitórias são: Carlos Omar Vilella Gomes, cujos três primeiros lugares foram obtidos na 1ª Invernada da Poesia, no 1º Sinos do Verso Gaúcho no 14º Pealo da Poesia e em segundo lugar com duas vitórias vem o Mano Rodrigo Bauer, premiado na 5ª Querência da Poesia e no 10º Bivaque.
Entre os terceiros lugares, aparecem empatados com uma premiação cada um os poetas Cândido Brasil, Luciano Salerno, e Pedro Junior da Fontoura entre outros.
Na modalidade de melhor intérprete/declamador igualmente ficaram empatados com uma premiação cada um, os declamadores: Liliana Cardoso (17ª Sesmaria) e Pedro Junior da Fontoura (10º Bivaque), entre outros.
Na turma dos que mais conquistaram o prêmio de terceiro lugar ocorreu um empate e um deles e mais uma vez o declamador Pedro Junior da Fontoura que também ficou no elenco dos intérpretes que defenderam o maior numero de poemas vencedores, liderando o 1º Lugar com três premiações, alcançadas na 5ª Querência, 10º Bivaque e 1º Seleta do Verso.
No quesito melhor amadrinhador, empate com uma premiação para 14 (catorze) instrumentistas, entre eles, Luciano Salerno (1ª Invernada) e Geraldo Trindade (14º Pealo) que também ficou com um dos que mais segundo lugares conquistou com dois troféus conquistados nos festivais 1ª Invernada e 10º Bivaque.
PARABÉNS A TODOS ELES PELAS CONQUISTAS.

Poemas para quem gosta

Declamação Campeões Internacionais - Rodeio Intern. de Osório.
Declamador: Luis Afonso O. Torres
Amadrinhadores: Marcus Morais(violão) e Greice (violino)
Poema:  LOUCO
Poeta: Vaine Darde



POEMA: José, Segundo os que ficaram...
POETA: Aparício Silva Rillo
DECLAMADOR: Luciano Salermo


POEMA: Romance do Tio Abel
POETA: Guilherme Collares
DECLAMADOR: Patrocínio Vaz Ávilla
Homenageado na 16ª Sesmaria da Poesia de Osório

sábado, 5 de janeiro de 2013

Minha Opinião!

Estamos passando por um novo tempo, um novo rumo e com a poesia não poderia ser diferente. Desde do começo da humanidade que a poesia está presente em forma e conteúdo. Nos anos mais remotos a poesia, como toda e qualquer forma de arte, foi importante para um tempo, para um povo, para uma geração. Hoje o que vejo, no pequeno tempo em que estou na poesia, que uma nova mescla de declamadores estão chegando, trazendo vícios e preguiças, por que não dizer, sem dar a importância devida para a qualidade dos versos.
A preocupação, de certa forma, desvairadas de algumas pessoas em estar num palco ou num microfone fez com que, não fossem a fundo, buscar informações, conteúdo e uma expressão que é necessária para o bom andamento de uma declamação e para que o poema seja colocado de sua forma mais sensível, poético e pautando na verdade. As regras criadas para julgamento de um poema, no meu ponto de vista, fez com que o pema perdesse sua originalidade e se transformasse apenas num conteúdo de verbalização, sem vida, sem força e sem expressão.
Será que mudar as formas e regras seria a resolução? Acho que não. Acho que está faltando à essa nova geração de declamadores, mais empenho, estudo, leitura e conhecimento poético, que pode ser amenizado com contatos e informações que ao tempo pode-se aprender.
Não vou falar pelo Galpão, pois sou apenas um membro contribuinte, tão pouco como poeta, porque isso também não sou, mas como estudioso, observador e amante da poesia há muito tempo,  que essa nova mescla de declamadores que vivem pelos palcos tenham a humildade de chegar àqueles que escrevem e conversem um pouco sobre poesia, sobre arte declamatória e sobre a colocação dos versos. Vejo gente "biltolada", tentando imitar declamadores premiados nos grandes concursos eu festivais de poesias e não é assim que acontece, cada um tem que buscar e tentar encontrar o seu potencial, a sua forma verbal e de expressão, para que os poemas possam serem ditos na mais completa verdade, sem exageros e sem teatralismo, mas com a vida necessária que a poesia exige e merece.
A todos que querem serem ajudados, o Galpão da Poesia Crioula abre as portas e coloca um manancial de poetas e declamadores a disposição, para que possam sempre fazerem da poesia uma forma de ver a vida com outros olhos.
Mas esse é meu modo de pensar.

                                                        Paulo Ricardo Costa
                                             Membro do Galpão da Poesia Crioula

Moisés Silveira de Menezes


Moisés Silveira de Menezes, Coronel RR da Brigada Militar, graduado em Letras Português/Espanhol, poeta , compositor, pesquisador. Nascido em Lavras do Sul, passou a infância e a adolescência entre os municípios de Tupanciretã, São Pedro do Sul e Quevedos, onde têm suas raízes afetivas, suas cacimbas de inspiração. Casado com a dona Marlei Stein, hoje reside em São Pedro do Sul.

Apaixonado pela terra e gente da Pampa Larga, fez sua estreia no campo literário com TAPERA DA ILUSÃO em 1985, 

Em 1989 publicou É FOGO!CAUSOS DOS BOMBEIROS, em parceria com Gilberto Kröeff. 

IMAGENS DO SUL, 2000, poesia,com temática urbana e regional em dois momentos distintos presentes na mesma obra O seu trabalho DAS MARGENS DO NILO ÁS BARRANCAS DO URUGUAI- UMA VIAGEM PELA GEOGRAFIA DO VERSO, ensaio histórico – poético, é uma declaração de amor á longa caminhada do verso, desde o antigo Egito até os nossos dias , premiado no IV Bivaque da Poesia Gaúcha, de Campo Bom, obteve aprovação como tese no plenário do Congresso Tradicionalista do MGT, em Santa Cruz do Sul, em 1998. Neste mesmo ano editou-se a obra, que em 2006 teve sua 2ª edição, dentro do projeto “IGTF ANO 30”,produzido pela Nativismo Editora. 

Em 2011 editou Tupan-Cy-Retan –Face Missioneira ensaio histórico enfocando a cidade de  upanciretã no contexto missioneiro. Em 2012 publicou Tupanciretã-Tempo de (In)Confidências, obra que enfoca a literatura oral da cidade de Tupanciretã e de seus cidadãos 

Jurado de eventos de música, poesia e arte declamatória. Membro efetivo da Estância da Poesia Crioula, da Casa do Poeta de Santa Maria, da Casa do Poeta de São Pedro do Sul e da Associação Cultural Zeca Blau de Quevedos. 

Sua obra poética de carácter regional está reunida em parte nos CDs IMAGENS DO SUL e POEMAS & CANÇÕES, no qual estão registrados poemas e músicas finalistas de festivais, interpretados por algumas das mais importantes vozes da arte declamatória e do canto do sul do país. 

Integra o Grupo 15 RENASCIDOS que edita a revista CAOSÓTICA, revista literária de circulação trimestral, já em sua trigésima sexta edição. 

Trabalha para o futuro próximo as seguintes obras: 
- Peregrinas Inquietudes (poesia comentada) 

-Quevedos –Sua História Sua gente(História) 

-A Solidão da Palavra(poesia de temática urbana) 

-Canção de Andar em Silêncio (CD) 

Contatos 
moisesmenezes@gmail.com 
moises-menezes.blogspot.com

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Ordem de Apresentação da 6ª Querência da Poesia



01 – Ana Rech – A saga heróica
de uma mulher valente
Cidade: Caxias do Sul
Autor: Sebastião Teixeira Côrrea
Intérprete: Andréia Eloi
Amadrinhador: Vinicius de Freitas

02 – Desenganos do Pago
Cidade: São Lourenço do Sul
Autor: Adão Quevedo
Intérprete: Silvana Giovanini
Amadrinhador: Adão Quevedo

03 – Ensaio de Campo a uma Estampa Antiga
Cidade: Santana do Livramento e Porto Alegre
Autor: Claudio Silveira e Cristiano Ferreira
Interprete: Francisco Azambuja
Amadrinhador: Claudio Silveira

4 – Eu morri naquela tarde
Cidade: Passo Fundo
Autor: Luis Lopes de Souza
Intérprete: Paulo Ricardo dos Santos
Amadrinhador: Rodrigo Cavalheiro

5 – Fortim de Pedra
Cidade: MARAU
Autor: Henrique Fernandes
Intérprete: Silvana Andrade
Amadrinhador: Jadir Oliveira Filho

06 – Indumentária de Galpão
Cidade: Caxias do Sul
Autor: Lauro Teodoro
Intérprete: Ariel Pereira
Amadrinhador: Paulinho Oliveira

7 – O retratista
Cidade: Santana do Livramento e Bento Gonçalves
Autor: Matias Moura e Luciano Salerno
Intérprete: João Batista Oliveira
Amadrinhador: Hector Horácio Ferreyra e Luciano Salerno

8 – Pajada de Campo Aberto
Cidade: Portão
Autor: Jadir Oliveira e Henrique Fernandes
Intérprete: Jadir Oliveira
Amadrinhador: Jadir Oliveira Filho

9 – Soneto de uma Morte Perfida
Cidade: Alegrete
Autores: Maximiliano Alves de Moraes
Intérprete: Neiton Peruffo
Amadrinhador: Vinícios Freitas e Pedro Lemos

10 – Última Cana
Cidade: Flores da Cunha
Autor: Tiago Ilha
Intérprete: Pedro Júnior da Fontoura
Amadrinhadores: Fabio Soares, Marcus Morais,
Pedro Luiz Lemos Kenopp e Cleber Caraguatá

Dimas Costa


O poeta tradicionalista do Rio Grande do Sul: Dimas Costa. Apresentou programas em emissoras de rádio e na TV difusora de Porto Alegre,hoje TV Bandeirantes canal 10.Trabalhou como ator em filmes com José Mendes, e nos filmes do Teixeirinha. Radialista, declamador,poeta, criador de poesia:Parabéns Crioulo, que foi gravada por José Mendes, e cantada por todo Rio Grande do Sul, no Brasil e exterior aonde tenha alguém aniversariando em algum Centro de Tradições Gaúchas espalhados por todo planeta. De herança deixou vários livros de poesias, sua voz em disco, e suas grande atuações nos filmes de cinema.*João filmedecinema RS
Dimas Nogues Costa (Bagé, 20 de janeiro de 1926 — Porto Alegre, 11 de Julho de 1997)  divertido, como era conhecido, foi apresentador de programas regionalistas no rádio e televisão. Apresentou, na Rádio Farroupilha de Porto Alegre, nos anos 50, os programas Festança na Querência (com Paixão Cortes), Céu e Campo, Entardecer na Querência, Pelos Caminhos do Pago, Alma do Rio Grande (com Paixão cortes).

Compositor músical nativista, é autor do conhecido Parabéns crioulo, em parceria com Eleu Salvador. Teve atuação no cinema voltado também a temas regionalistas. * Céu e Campo -

A. Amaral da Silva / Dimas Costa 1955 Poesia
* Pampa Bravo
Costa Dimas 1958 Poesia
* Pelos caminhos do pago: versos e prosa‎ -Livraria Sulina -
de Dimas Costa 1963
* Céu, Pampa, Pago - Lamar Publicações -
Dimas Costa 1974 ,1979
* Carta a Mãe Natureza - e Novos Poemas
Dimas Costa 1979
* Tarca: versos gauchescos‎ vol 8 da coleção Tarca - - Martins Livreiro-Editor -Poesia -
de Dimas Costa - 1981
* Fanfarronada
Dimas Costa 1977 Poesia
* Entardecer na Querência
Dimas Costa 1985 Poesia
* Poesia Gauchesca para Moças e Crianças
Dimas Costa 1973,1983,1984 , 1991
* Novas poesias para moças e crianças nativistas‎
de Dimas Costa - 1986 - Martins Livreiro Editor - Poesia
* Poesias Gauchescas para Prendas e Peões
Dimas Costa 2003 Poesia
* Cantares da Terra -
Dimas Costa e João Joaquim Ferreira 1960

Critica Literária
* Literatura Comentada - Guimarães Rosa
Dimas Costa 1988
* Gaúcho de Passo Fundo (1978)
* Na Trilha da Justiça (1977)
* Carmen, a cigana (1976)
* A Quadrilha do Perna Dura (1976)
* Janjão Não Dispara... Foge! (1970)
* Não Aperta, Aparício (1970)
* Pára, Pedro! (1969)
* Os abas Largas (1965)

Bibliografia
* Dante de Laytano : Folclore do Rio Grande do Sul: levantamento dos costumes e tradições gaúchas‎ , 1984.
* Ferraretto, Luis Artur: Rádio e capitalismo no Rio Grande do Sul. Canoas, Ed ULBRA. 2007.Dimas Costa
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.--> http://pt.wikipedia.org/wiki/Dimas_Costa
Colecionador João filmedecinema tem filmes no DVD com Dimas Costa.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Califórnia da Canção Nativa


Telmo de Lima Freitas, vencedor em 1979, com Esquilador

A Califórnia da Canção Nativa é um evento artístico musical que ocorre no Rio Grande do Sul desde 1971, considerada patrimônio cultural do Estado, sendo modelo de divulgação da música regional gaúcha. 
Ocorrendo durante o ano provas eliminatórias em diversas cidades gaúchas, e por fim, após a triagem de mais de 500 músicas[2], as finais ocorrem na cidade de Uruguaiana, fronteira oeste do Rio Grande do Sul, onde, conforme o grau de vitórias, é concebido o prêmio máximo: a Calhandra de Ouro.

História
O evento surgiu em 1971 em meio aos anos de chumbo, reunindo as mais diversas variações musicais nativas do Rio Grande do Sul organizada pelo CTG Sinuelo do Pago e prefeitura municipal, ambos de Uruguaiana. Inicialmente, sua primeira edição não teve tanta repercussão porém, algumas edições tiveram mais de 60 mil pessoas e atualmente é o maior evento cultural regional do Brasil.
Conforme Cícero Galeno Lopes, em artigo publicado no livro RS índio: cartografia sobre a produção do conhecimento, Leopoldo Rassier conseguiu pela censura prévia e cantar a música Tema de marcação, (poema de Luiz Coronel musicado por Marcos Aurélio Vasconcellos), no festival de 1975, através de uma ambiguidade entre dois personagens históricos: o lunar de Sepé Tiaraju e a estrela de Che Guevara, já que ambos lutaram por liberdade, tinham "uma estrela na testa" e foram "pra baixo desse chão"..

Chico Saratt, co-autor vencedor em 1998.

Composições vencedoras
1973 - Canto de Morte de Gaudêncio Sete Luas (Luiz Coronel e Marco Vasconcelos)
1974 - Canção dos Arrozais (José Hilário Retamozzo)
1976 - Um Canto para o Dia (Ernani Amaro Oliveira)
1977 - Negro da Gaita (Gilberto Carvalho e Airton Pimentel)
1981 - Desgarrados (Sérgio Napp e Mario Barbará)
1982 - Tertúlia (Leonardo)
1983 - Guri (João Batista Machado e Júlio Machado da Silva Neto)
1984 - O Grito dos Livres (José Fernando Gonzales)
1985 - Astro Aragano (Jerônimo Jardim)
1986 - Tropeiro do Futuro (Armando Vasquez e Adão Quintana Vieira)
1987 - Pampa Pietá (Dilan Camargo e Newton Bastos)
1988 - Toada de Mango (Mauro Ferreira e Elton Saldanha)
1989 - Mandala das Esporas (Vaine Darde e Elton Saldanha)
1990 - Mostra das Composições Antológicas dos Vinte Anos
1991 - Florêncio Guerra e seu Cavalo (Mauro Ferreira e Luiz Carlos Borges)
1992 - O Minuano e o Poeta (Louro Simões e Clóvis de Souza)
1993 - Domador dos Sesmarias (Elmo de Freitas)
1994 - Milonga-me (Vinícius Brum)
1996 - Canto e Reflexão para a Província (Sérgio Rojas)
1999 - Poema Não Escrito (Tadeu Marfins e Lenin Nuñes)

(material extraído do Livro de Poemas Oficial da XXX Califórnia da Canção Nativa)
2001 - Rastros de Ausência (Adão Quevedo e Mauro Marques)
2002 - Feito o Carreto (Mauro Moraes)

Fonte: Wekepedia